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Reeducandos de presídios de Alagoas produzem máscaras para o combate ao COVID-19

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Reeducandos de presídios de Alagoas produzem máscaras para o combate ao COVID-19

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Com reforço nas medidas de higiene e segurança, as unidades prisionais de Alagoas também estão contribuindo na luta contra o avanço do coronavírus no Estado. As visitas seguem suspensas como forma de reduzir o contato entre as pessoas, atendendo à portaria da 16ª Vara Criminal da Capital, mas unidades laborais seguem funcionando.

Uma delas é a oficina de corte e costura, onde os reeducandos estão confeccionando máscaras para serem distribuídas aos profissionais de Saúde do Estado, como explica a gerente de Educação, Produção e Laborterapia da Seris, policial penal Cinthya Moreno.

“Trata-se de mais uma iniciativa que busca evitar o contágio de coronavírus. E vamos seguir trabalhando para preservar a saúde dos servidores e custodiados”, assegurou Moreno, destacando, ainda, a criação de um comitê de crise para discussões diárias, realizadas na horta do sistema prisional, sobre a situação da população carcerária e a importância da manutenção das atividades consideradas essenciais.

Nesta sexta-feira  (27), a Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) iniciou o processo de dedetização de seu centro administrativo e de todas as unidades do complexo penitenciário de Maceió. Esta é mais uma medida de prevenção ao novo coronavírus adotada pela gestão prisional em Alagoas, a fim de resguardar a saúde de servidores e reeducandos.


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A primeira unidade visitada pela equipe da empresa Rosan Serviços Gerais – que vai realizar o procedimento neste final de semana – foi a Casa de Custódia da Capital. Os profissionais foram recebidos pelo chefe de suprimentos da secretaria, capitão PM Cícero Navarro, e pelo chefe executivo administrativo, tenente-coronel PM Walmyr Simões.

“Cada gestor foi orientado a promover uma grande limpeza em sua respectiva unidade, otimizando, assim, a aplicação do produto desinfetante, cujo tempo de secagem é de quinze a trinta minutos. Vale ressaltar, ainda, que não há risco às pessoas que se encontrarem no ambiente”, afirmou o chefe de suprimentos, acrescentando que a desinfecção vai contemplar setores como prontuário e copa, além dos alojamentos masculino e feminino.

Já de acordo com Maxwell Santos, encarregado da empresa contratada, a higienização dos ambientes visa prevenir uma série de doenças. “Não apenas o novo coronavírus, mas também a gripe H1N1, entre outras. Neste sábado, trabalharemos com cinco pessoas distribuídas em todo o sistema, agilizando a aplicação, de modo a não comprometer a dinâmica do sistema prisional”, explicou Santos.

Texto de Bruno Soriano e Mayara Wasty


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