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José Dirceu se apresenta na sede da Polícia Federal em Curitiba

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José Dirceu se apresenta na sede da Polícia Federal em Curitiba

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O ex-ministro José Dirceu chega na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR)

O ex-ministro José Dirceu chega na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR)
EDUARDO MATYSIAK/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu se apresentou por volta das 22 horas desta sexta-feira (17) na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba onde vai cumprir pena de pena de oito anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Esta é a segunda condenação de Dirceu no âmbito da Operação Lava Jato.

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A prisão foi determinada nesta quinta-feira(16) pelo juiz Luiz Antonio Bonat, titular da 13ª Vara Federal em Curitiba. A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, negar recurso da defesa de Dirceu e determinar o cumprimento da pena com base no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que autoriza prisão ao fim dos recursos em segunda instância.

Conforme a decisão do Juiz, o ex-ministro deveria ter se apresentado à Polícia Federaç até as 16h, mas ele não chegou no horário determinado. Segundo a defesa, Dirceu saiu de Brasília durante a madrugada de hoje, fez o trajeto até Curitiba de carro, mas, devido ao mau tempo e um acidente na estrada, não conseguiu chegar no horário determinado pelo magistrado, e se apresentou com uma traso de mais de 6 horas.

A primeira condenação de Dirceu na Lava Jato foi feita pelo então juiz federal Sergio Moro, em março de 2017, quando o ex-ministro foi considerado culpado por ter recebido R$ 2,1 milhões em propina proveniente de contratos na Petrobras, entre 2009 e 2012.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), parte desse valor foi recebida por meio de 118 voos em táxis-aéreos. A pena inicial estipulada foi de 11 anos e três meses de reclusão. A condenação foi confirmada pela Oitava Turma do TRF4 em setembro do ano passado. A pena, porém, foi abrandada, sendo reduzida para oito anos e dez meses.

Em seguida, a defesa do ex-ministro apresentou diversos recursos em forma de embargos, prolongando o desfecho do caso na segunda instância.

Source: R7


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