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Ministério diz que cortes afetaram meta do Minha Casa Minha Vida

Araújo priorizou pagamento de obras paralisadas

Araújo priorizou pagamento de obras paralisadas
Bruno Cecim/ Futura Press/ Estadão Conteúdo – 20.12.2017
O Ministério das Cidades, responsável pelo programa Minha Casa, Minha Vida, afirmou que mudanças na forma como são selecionados os empreendimentos e os sucessivos cortes no Orçamento federal foram responsáveis pelo "
baixo atendimento" da meta no ano passado.


Ao assumir o ministério em maio de 2016, o tucano Bruno Araújo 
priorizou o pagamento das obras de 28 mil unidades paralisadas que já tinham sido contratadas no governo anterior, de Dilma Rousseff.


Araújo também decidiu mudar a forma como são contratados os empreendimentos do programa nos municípios com menos de 
50 mil habitantes. O objetivo, segundo o ministério, era escolher melhor as propostas para priorizar municípios com elevado déficit habitacional e que foram pouco atendidos pelo programa.


O TCU (Tribunal de Contas da União) constatou irregularidades 
nessa modalidade, como casas sem conclusão, acabamento de péssima qualidade e sem acesso a rede de água e energia elétrica.


Cortes


O ministério disse que houve elevado número de propostas apresentadas aos bancos no processo de seleção 
aberto em março, o que atrasou as análises e a divulgação dos resultados, principalmente em duas modalidades. Em uma delas, o foco são moradias no campo e na outra, os repasses são feitos diretamente para movimentos sociais, que ficam responsáveis por 
construir as casas.

A pasta ainda criticou os cortes que foram feitos no Orçamento do programa, que reduziram “significativamente” o volume de recursos destinados à construção das moradias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: R7

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