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Trabalhadores da Educação iniciam nova paralisação para cobrar salários em Monteirópolis

Professores durante reunião com representantes do Sinteal, em Monteirópolis, na manhã desta terça-feira – Foto: Cortesia para o Correio Notícia

Professores durante reunião com representantes do Sinteal, em Monteirópolis, na manhã desta terça-feira – Foto: Cortesia para o Correio Notícia

Os trabalhadores da rede municipal de Educação de Monteirópolis iniciaram, nesta terça-feira (14), uma nova paralisação das atividades. Eles cobram o pagamento dos salários de outubro, do sexto de férias e do reajuste salarial retroativo a maio deste ano.

A decisão foi tomada após uma reunião da categoria com representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) e um encontro, na Secretaria Municipal de Administração, com o próprio prefeito, Maílson Mendonça (PR), na manhã de hoje.

Em nota enviada ao Correio Notícia pela Assessoria de Comunicação, a Prefeitura de Monteirópolis disse que já pagou o sexto de férias e que o reajuste salarial somente será concedido após aprovação pela Câmara de Vereadores. Quanto ao salário de outubro, a nota informa que a gestão está trabalhando para sanar caso a caso. Confira o comunicado abaixo, na íntegra:

“O valor referente ao sexto foi pago e o retroativo não foi ainda aprovado pela Câmara, quando for aprovado será devidamente repassado. O mês de outubro, devido a situação atual dos recursos do município, ainda está pendente. Contudo, a gestão está trabalhando para sanar caso a caso”.

Em outubro deste ano, para cobrar da prefeitura o pagamento dos salários de setembro, os trabalhadores da Educação paralisaram as atividades por 12 dias – de 19 a 30 do mês passado. Com o pagamento dos salários de setembro somente no dia 30 de outubro, a categoria voltou ao trabalho no dia 31.

Numa entrevista à Rádio Milênio, de Santana do Ipanema, no dia 23 de outubro, o prefeito de Monteirópolis afirmou que o atraso no pagamento dos salários de setembro foi devido à escassez de recursos. Ele também ressaltou que o município estava sofrendo as consequências dos problemas da gestão anterior.

Participam da paralisação iniciada nesta terça-feira (14), além de professores, merendeiras, vigilantes e serviçais, todos funcionários do município.

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fonte: Correio Notícia

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